Arquivo para julho, 2012

Norma de proteção

A NBR 15.661 – Proteção contra incêndios em túneis está passando pelo seu primeiro projeto de revisão. O texto, elaborado pela Comissão de Estudo de Proteção contra Incêndio em Túneis, do Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio (ABNT/CB-24), especifica os requisitos de segurança necessários para prevenção e proteção contra incêndios em túneis de transporte de passageiros ou cargas.
O texto prevê o cancelamento e substituição da norma anterior, publicada em 2009. Segundo Anthony Brow, coordenador da Comissão de Estudo, a norma atual não atende a todos os requisitos necessários para túneis. Além disso, a Comissão pretende acompanhar as revisões propostas pela NFPA 502, norma americana que passa por este processo a cada dois anos.

A NBR 15.6661 determina os requisitos para o controle da propagação do incêndio, como extinção do fogo e atendimento de emergência, além de oferecer condições de acesso às brigadas de salvamento e combate. As novas disposições não se aplicam aos equipamentos e instalações já existentes ou cuja construção tenha sido aprovada antes de sua publicação. Porém, quando estes equipamentos forem renovados, precisarão se adequar aos requisitos mínimos.

A NBR 15.661 também tem como uma de suas prioridades a conscientização dos usuários de túneis, principalmente em relação às carretas de produtos perigosos, que têm maiores chances de provocar incêndios. Anthony Brow destaca que nos túneis urbanos de São Paulo, por exemplo, é proibida a circulação de ônibus e caminhão, o que diminui o risco de incêndio. Portanto, neste caso, a norma vale principalmente para os túneis rodoviários, que permitem a passagem de qualquer tipo de veículo.

Como a norma não tem caráter obrigatório, o coordenador afirma que a comissão pretende propor um projeto de lei para determinar a obrigatoriedade dos procedimentos de segurança estabelecidos na NBR 15.661.

O texto fica aberto para consulta nacional até o dia 21 de maio no site da ABNT. Depois desse período, a comissão deve se reunir com os comentaristas da consulta nacional para discutir a aprovação das sugestões. A previsão é de que a norma passe a vigorar em agosto.

Normas
Além da NBR 15.661, existem no Brasil mais três normas relacionadas aos túneis, duas delas dizem respeito à inspeção e à sinalização dos sistemas de segurança contra incêndio (NBR 15.775 e NBR 15.981, respectivamente). A terceira é a NBR 5.181 (Iluminação dos Túneis), publicada em 1976. Segundo Anthony, esta norma também passa por uma revisão e deve ficar disponível para consulta nacional em junho.

 Fonte: http://www.piniweb.com.br

Brasil e Argentina

Após uma pausa nas disputas comerciais entre as duas maiores economias da América Latina, o comércio entre Brasil e Argentina voltou a crescer. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC, a média por dia útil das exportações brasileiras para a Argentina até a terceira semana de julho de 2012 foi de US$ 72,4 milhões, representando aumento de 10,4% em relação à média do mês anterior, de US$ 65,5 milhões.

Segundo Tatiana Lacerda Prazeres, secretária de comércio exterior do MDIC, desde o final de junho, quando os dois países se comprometeram a agilizar procedimentos administrativos relacionados ao comércio exterior, os resultados têm sido positivos. “Espero que o fluxo comercial continue apresentando crescimento nos próximos meses”, prevê.

As disputas
Em 2011, a Argentina impôs barreiras às importações para frear a redução do superávit comercial e diminuir no país a demanda de dólares. Por sua vez, o Brasil eliminou as licenças automáticas de dezenas de produtos, reduzindo em 30% as exportações argentinas ao Brasil. No final de junho de 2012, durante reunião do Mercosul na cidade de Mendoza, na Argentina, os dois países selaram a paz.

Atualmente, a Argentina é o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, ficando atrás somente de China e Estados Unidos.

 

FONTE: http://blog.nei.com.br/

Vendas em contêiner

A Cosil Construções e Incorporações lançou um novo estande de vendas em forma de contêiner. A estrutura de 40 m² é itinerante e reutilizável, construída com madeira de reflorestamento, alumínio, inox e aço.

A estrutura modular recebeu a certificação internacional Green Building, que reconhece o processo de concepção, construção e operação de edificações e espaços construídos.

O estande contêiner será inaugurado no novo empreendimento da incorporadora: o Duo Residence, em Aracaju, Sergipe.

Fonte: http://www.piniweb.com.br

Crédito para matérias da construção

A Caixa Econômica Federal anunciou na última segunda-feira (23) a redução das taxas de juros e o aumento do prazo da linha de financiamento de materiais de construção, o Construcard. As ações fazem parte do Programa Caixa Melhor Crédito, que tem como objetivo facilitar o acesso ao crédito.
A taxa mínima do Construcard passou de 1,96% para 1,40% ao mês, enquanto a taxa máxima vai de 2,35% para 1,85% ao mês. O prazo de pagamento do produto, que antes era de até 60 meses, foi ampliado para 96 meses, e o cliente terá a opção de ter seis meses de carência para execução das obras.

O crédito é disponibilizado por um cartão magnético que só pode ser usado nas lojas de materiais de construção conveniadas. Além do material de construção, o financiamento também permite a aquisição de móveis embutidos e sistemas de aquecimento solar.

Para ter acesso ao Construcard, é necessário apresentar documentos pessoais como RG, CPF e comprovantes de endereço e renda, em uma das agências da Caixa. Não existe um valor máximo de financiamento, que depende da capacidade de pagamento mensal do cliente.

A linha Construcard existe desde 1998. Este ano, o banco dispõe de R$ 5 bilhões para o financiamento.

Fonte: http://www.piniweb.com.br

Ao redor da piscina

O piso na área em torno da piscina deve ser revestido com materiais atérmicos, ou seja, que não esquentem, e antiderrapantes. Na foto, porcelanato da linha Material Design, da Portobello | Foto: Divulgação.

Para encerrar os artigos sobre os diferentes aspectos que compõem uma piscina, iremos discorrer sobre as diferentes possibilidades de acabamento da área em seu entorno. Embora este talvez seja o último item a ser pensado quando se projeta uma piscina, ele é um dos mais importantes a se considerar. Não se trata apenas do local onde se fica boa parte do tempo em que se utiliza a piscina, mas também é um dos aspectos de maior peso no tangente à ligação com a casa, da mesma forma que o paisagismo.

Alguns aspectos devem ser considerados com cautela ao se definir o acabamento de borda de piscina, em especial a capacidade térmica do material e sua superfície. Como a maior parte das bordas de piscina está exposta a sol constante, o material deve ser atérmico, ou seja, não pode esquentar muito. Da mesma forma, essa região está sempre um pouco molhada quando se usa a piscina, então o material a ser aplicado não pode ser escorregadio para evitar acidentes ou desconforto ao andar.

Pedras

Existem muitas possibilidades de bordas de piscina revestidas com pedras, variando, além do tipo de pedra, a forma de seu assentamento. As pedras tradicionalmente utilizadas como bordas de piscina, talvez na maioria das piscinas do Brasil, são a mineira e a são thomé, ambas com ótimas propriedades térmicas e antiderrapantes. Muito parecida com a mineira, apenas mais esverdeada e lisa, a pedra goiás também é bastante utilizada para este fim.

Mas existem muitas outras possibilidades, como o mármore travertino bruto e suas variações, os granitos (sempre tendo o cuidado de aplicar algum tratamento antiderrapante, jamais usar a pedra polida), pedras importadas, arenitos e até mosaico português.

Caso tenha em mente a utilização de alguma pedra mais exótica na beira de sua piscina, esteja atento para a questão térmica, antiderrapante e também verifique o quanto a pedra é porosa e pode sujar com o tempo.

Cimentícios atérmicos

No mercado há pouco mais de uma década, os cimentícios atérmicos parecem ter chegado para ficar. São produtos formulados à base de cimento especialmente para áreas externas (e portanto mais resistentes a manchas do que os convencionais) e cuja composição química leva ingredientes que os tornam atérmicos, ao contrário dos revestimentos cimentícios comuns, que esquentam.

Cada empresa desenvolve uma linha diferente e existem várias dimensões, acabamentos e cores. Esses revestimentos são uma opção interessante e com bom custo benefício, mas evite a todo custo materiais que imitam ser outros (como revestimentos cimentícios que imitarm mármores, por exemplo), pois esse tipo de solução tende a ficar datada rapidamente.

Agregados

Existe há pouco tempo no mercado uma série de empresas produzindo revestimentos que comumente são chamados de “agregados de pedras”. Esses pisos podem ser atérmicos e muitas vezes são altamente drenantes (em até 95%), o que quer dizer que quase toda a água que cai sobre eles passa diretamente para o solo, ajudando a cidade a ser mais permeável durante as chuvas (a impermeabilidade de nossas cidades é um dos grandes problemas urbanos atuais).

O interessante dos pisos de agregados, além do alto índice de permeabilidade, é o uso de materiais reciclados em sua composição, como vidros e garrafas PET. Existem muitas composições interessantes para esse tipo de material, e seu aspecto sustentável é um excelente diferencial.

Decks

Os decks de madeira, ou madeira ecológica, são elementos tradicionais nas piscinas de todo o mundo. Em geral existe uma borda de piscina em pedra e o deck fica recuado ou sobre esta borda.

Uma possibilidade interessante é utilizar um deck suspenso sobre a água, em balanço, o que cria um resultado muito interessante e acolhedor. No entanto é necessário que o deck esteja razoavelmente acima d’água para evitar que a madeira apodreça com o passar dos anos.

Tenha o cuidado de utilizar sempre madeiras adequadas para este fim, como o cumaru e o ipê, por exemplo. Uma boa empresa de assoalhos e decks poderá aconselhar sobre os tipos de madeira adequados. Consulte também os decks já prontos, que são de fácil aplicação e industrializados.

Cerâmicas e porcelanatos

As cerâmicas e porcelanatos também são opções interessantes para bordas de piscinas, e muito diversificadas.

Existem materiais de alta tecnologia, especificamente desenvovidos para piscinas profissionais e de lazer. As linhas de piscina da Gail, por exemplo, são produzidas e utilizadas no mundo inteiro, e possuem uma ampla gama de detalhes e possibilidades. Suas cerâmicas não desbotam no sol e são resistentes as mancha, alem de possuírem muitas versões anti-derrapantes.

Porcelanatos também podem dar um excelente acabamento para sua piscina, mas muita atenção para as qualidades térmicas e para a superfície do material, que não pode ser lisa. Cerâmicas são tradicionalmente utilizadas em bordas de piscina, mas cuidado com o tipo de argamassa de assentamento, e busque sempre um material bastante resistente, para evitar que com o passar dos anos as peças quebrem e sua borda fique perigosa para o uso.

As cerâmicas mais rústicas, vermelhas, como as da Lepri, também são uma opção interessante para suas bordas, compondo com algum material que faça a interligação com a água.

O importante de se ter em mente, ao imaginar como será sua piscina, é que ela não precisa ter apenas um material, ou ter a mesma dimensão ao redor de toda a área de água. Variações de dimensões e composições com materiais diferentes são bem vindas e necessárias.

Fonte: http://mulher.uol.com.br/

 

 

 

Piso certo para sua calçada

  Adriana Melo e Daniele Galante afirmam que o ideal é que o revestimento da faixa de passeio seja regular e antiderrapante, enquanto as demais áreas recebam cobertura vegetal, como grama, ou de materiais que permitam que a água da chuva seja absorvida naturalmente pelo solo, como pedriscos. Os arquitetos são unânimes ao afirmar que atualmente os revestimentos mais indicados para a faixa de passeio das calçadas são aqueles que mantêm a permeabilidade do solo, como blocos de concreto intertravado. “Sempre que se fala em semipermeabilidade significa que será colocada uma camada de pedras, que serão batidas, uma camada de areia, que será batida também e por cima, o piso que também é batido. Por isso se chama intertravado, porque as camadas se travam”, explica a professora Pérola Brocaneli. Ela menciona que pedras portuguesas (também conhecidas como mosaicos portugueses) e pedras duras, como granito, podem ser assentadas dessa forma. Benedito Abbud indica uma categoria de revestimentos chamados de pisos drenantes como os mais funcionais para as calçadas. Ele destaca que as pedras naturais, apesar de resistirem bem ao tempo, são impermeáveis. Além disso, algumas delas, como a ardósia, não são indicadas para a calçada por serem lisa demais para este fim. O concreto é outra categoria de revestimento que além de permeável e antiderrapante tem custo menor do que as demais. A sugestão das arquitetas Adriana Melo e Daniele Galante é revestir a faixa de passeio, destinada ao trânsito de pedestres, com concreto poroso, um tipo de contrapiso mais grosso do que o comum. Ele é feito com britas maiores, o que confere mais aeração à massa, tornando-a permeável. Ainda é possível adicionar pigmentos ao concreto poroso para variar a coloração final. Os pisos de cerâmica antiderrapantes também podem ser aplicados nesta faixa, porém, causam a impermeabilização do solo.

 

Fonte:  http://bbel.uol.com.br/casa.aspx

Construção de Rodoanel

A obra do encontro leve estruturado do trecho leste do Rodoanel possui tecnologia portuária que permite a cravação das estacas de sustentação de forma aérea, ou seja, sem contato com o solo. O encontro leve é um viaduto de 8,8 km de extensão que está sendo construído em Suzano (SP), sobre as várzeas dos rios Tietê e Guaió. A execução dele é feita com auxílio de uma máquina chamada cantitravel. Segundo a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), é a primeira vez que esse equipamento, geralmente utilizado em obras portuárias, é usado para construção de uma rodovia.

Na manhã desta quinta-feira (19), as obras do viaduto foram visitadas pelo governador Geraldo Alckmin, que destacou a solução adotada, principalmente por reduzir o impacto ambiental nas várzeas, que recebem as cheias dos rios. Nesse trecho do Rodoanel, as pistas serão suspensas e o uso do cantitravel evitará o deslocamento de 4,5 milhões de m³ de terra, quantidade equivalente a dois estádios do Macaranã cheios, segundo a Artesp.


Se a execução fosse feita por meio do sistema convencional, seria necessário executar dragagem, escavações ou aterros para execução dos blocos de fundação e, a partir daí, pilares e a estrutura seriam construídos. Com a tecnologia adotada, essas intervenções são dispensadas e a estaca é o próprio pilar do viaduto. Ao todo, serão utilizadas 2.880 estacas, 8.640 vigas, 183 mil m³ de concreto e 22 mil toneladas de aço.

O encontro leve estruturado terá 8,8 km de extensão e será complementado por mais dois viadutos, que atravessarão as rodovias Henrique Eroles e Ayrton Senna, totalizando 12 km. Assim, será a maior ponte do Estado de São Paulo e a segunda do País, atrás apenas da Ponte Rio Niterói, com 13 km.

O investimento para a construção das pistas suspensas será de R$ 380 milhões. José Alberto Bethônico, diretor de engenharia da concessionária SPMar, empresa do Grupo Bertin que administra o trecho sul e está construindo o trecho leste do Rodoanel, explica que o custo por m² será um pouco superior ao sistema convencional. Mas, o prazo de execução será menor, garantindo a entrega no prazo. Além disso, a obra será sustentável, como exigia o governo.

Ao todo, o trecho leste do Rodoanel custará R$ 2,8 bilhões e será concluído em março de 2014. O diretor de engenharia da SPMar afirmou que as obras estão dentro do cronograma e o encontro leve deverá ser entregue cerca de um mês antes desse prazo.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: http://www.piniweb.com.br

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