Arquivo para 3 de agosto de 2012

Descartar corretamente o óleo usado

 

Os órgãos ambientais (CONAMA e MMA), juntamente com os órgãos reguladores da Indústria do Petróleo, combustíveis e derivados (ANP e MME), decidiram que o melhor destino para esses resíduos é a coleta e o envio obrigatório a uma rerrefinadora de óleos. Isso tirará os contaminantes dos óleos lubrificantes usados ou contaminados e recuperará a sua maior quantidade possível de óleo básico.

Para alcançar esse objetivo, foi estabelecido um conjunto de regras que envolvem várias pessoas, desde o empresário que compra óleos para suas máquinas ao civil que faz periodicamente a troca do óleo do seu carro. São basicamente duas obrigações:

1 – Os geradores devem cuidar para que o óleo retirado do veículo ou equipamento fique corretamente armazenado enquanto espera sua destinação.

De forma que não contamine o meio ambiente e não seja ele próprio contaminado por outros produtos ou substâncias que dificultem ou impeçam a sua recuperação através do rerrefino.

2 – Os geradores devem entregar o óleo lubrificante usado ou contaminado ao seu revendedor ou diretamente para um coletor autorizado pela ANP.

Isso significa que quem é dono de um automóvel, seja ele um carro, motocicleta ou caminhão, ou de um equipamento que utiliza óleo lubrificante (trator, colheitadeira, barco, motor estacionário, gerador, etc.) tem obrigação de escolher um serviço de troca (posto, oficina mecânica, supertroca, troca em domicílio, etc.) que atenda à legislação ambiental, possua condições de armazenagem do óleo lubrificante usado ou contaminado e entregue este resíduo retirado do veículo ou equipamento ao coletor autorizado.

Fonte: http://www.coletivoverde.com.br

Cidade Solar

 

A cidade de Ota, que fica na província de Gunma, no Japão, localizada a 138 km de Tokyo, conta com uma população conforme o censo de 2010, de 219.804 habitantes.

Sua economia é basicamente industrial, com destaque para produção automobilística, maquinários e eletrônicos. É o berço da montadora automobilística Subaru, que ocupa o 8º lugar no ranking das montadoras de automóveis japoneses. A Subaru é uma subsidiária da FIP (Fuji Indústrias Pesadas), que além do setor automobilístico, concentra atividades no setor aeronáutico e de maquinário destinado ao processamento de arroz.

A Cidade Solar

 

Com o grande crescimento industrial da região, a cidade de Ota começa a se transformar de típica cidade interiorana para uma cidade moderna, industrial e tecnológica.

Diversos condomínios residenciais são erguidos para abrigar os novos moradores que vem para trabalhar em Ota. E as construtoras, pensando no grande impacto ambiental que as obras de modernização iriam causar à cidade, elaboraram projetos sustentáveis e principalmente,  investimentos em energias renováveis e graças a subsídios do governo, instalaram em várias residências, painéis solares para produzir energia elétrica. Atualmente, a cidade conta com mais de 1000 residências com painéis solares, tornando-se conhecida como “A cidade solar”.

 

A tecnologia utilizada são os painéis fotovoltaicos, que geralmente são confundidos com coletores solares térmicos, utilizados somente para o aquecimento de água. O sistema fotovoltaico é constituído por módulos conectados de forma a gerar a quantidade de energia necessária.

A energia gerada pelos painéis fotovoltaicos é, então, transformada para o padrão de energia utilizado nas residências, através de um equipamento eletrônico chamado inversor. O inversor permite que qualquer eletrodoméstico seja utilizado, tomando cuidado com chuveiros, condicionador de ar e ferros elétricos, que são grandes vilões no consumo de energia elétrica. O sistema é mais apropriado para lâmpadas eficientes, aparelhos de rádio e televisão, entre outros equipamentos de baixo consumo.

Economizando e vendendo sua energia!!!!

O sistema fotovoltaico utilizado em Ota, além de não agredir o meio ambiente, proporciona uma considerável redução na conta de energia elétrica, podendo ainda ser armazenada em baterias, para o uso em períodos durante os quais a energia convencional não está disponível.

A energia armazenada pode também ser vendida para as concessionárias de energia elétrica; isso ocorre geralmente durante o verão, quando as altas temperaturas atingem o arquipélago e a produção de energia supera o consumo, podendo assim render até US$ 50 por mês.

Veja o video abaixo;

 

Fonte:  http://www.coletivoverde.com.br

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