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Projetos 2014

O Ministério da Cultura (MinC) anunciou os dois finalistas do Concurso Nacional de Arquitetura Arenas Culturais, que escolherá o melhor projeto para a construção de espaços coletivos de convivência para a Copa do Mundo de 2014. Os escritórios Chirochi Shimizu, de Santa Catarina, e Oficina de Arquitetos, do Rio de Janeiro, foram os dois escolhidos.

 

A proposta do governo é construir 12 espaços simultâneos de conteúdos culturais brasileiros, divididos em quatro focos: Brasil Diverso, Brasil Audiovisual, Brasil Criativo e Brasil das Artes. As Arenas Culturais irão receber mostras de gastronomia, design, dança, música, teatro e outros itens que oferecerão aos visitantes uma visão do conjunto do país. Cada um dos espaços será construído em uma das cidades-sede do Mundial.

O projeto de Chirochi Shimizu propõe a construção de um edifício com fachada composta por brises, que representam as ocas dos balaios indígenas. O verde, cor representativa do Brasil, segundo com os arquitetos, está presente nas paredes e na vegetação.

A Arena proposta no projeto de Santa Catarina será construída no centro de uma praça pública com diferentes níveis, para integrar os espaços internos e externos. Estes níveis se conectarão por degraus cobertos por grama.

Já o projeto da Oficina de Arquitetos prevê a construção de uma estrutura metálica com cobertura circular, fazendo referência ao formato da bola de futebol. O anel da cobertura será formado por hexágonos de LED controlados por um computador, transformando-a em um placar eletrônico.

Uma praça também fará a integração entre e arena e o público. De acordo com os arquitetos, as peças utilizadas na construção da estrutura poderão ser reutilizadas em creches e escolas da cidade sede.

O projeto vencedor será anunciado pelo MinC no próximo dia 10 de outubro, durante cerimônia realizada em Salvador, na Bahia. O primeiro colocado receberá um prêmio de R$ 25 mil e um contrato com o MinC no valor de R$ 315 mil para desenvolver os projetos executivos de arquitetura e engenharia. O segundo colocado receberá R$ 15 mil.

De acordo com o Ministério, dos quatro projetos apresentados ao júri, dois foram desclassificados por não atenderem ao edital do concurso. Assim, não será entregue o prêmio anunciado para o 3º colocado.

Chirochi Shimizu (SC)

 

 

 

Oficina de Arquitetos (RJ)

 

 

 

 

Construção na China

O escritório de arquitetura norte-americano Trahan Architects teve seu projeto selecionado pelo grupo chinês Henan Hongguang Industry Group para a construção um edifício de uso misto em Zhengzhou, capital da província de Henan, na China. O empreendimento abrigará duas torres de hotel, além de escritórios e residências.

 

O complexo de aproximadamente 400 mil m² possui três torres e um grande átrio central. Os formatos dos edifícios são diferentes entre si: enquanto uma é bem triangular, outra tem é mais achatada e a terceira possui seus cantos arredondados. Para conectar os espaços, os arquitetos sugeriram que seja implantando um espaço verde de convivência no mezanino das torres.

Os edifícios ficarão ao lado da Erqi Tower, torre de 27 andares que atualmente é o principal ponto turístico da cidade. O projeto do Trahan Architects faz parte de um plano de desenvolvimento de Zhengzhou.

A prefeitura da cidade está analisando o projeto, que ainda não tem data para começar a ser construído. Este é o primeiro empreendimento do escritório fora dos Estados Unidos.

 

 

 

 

 

Fonte :  http://www.piniweb.com.br/

Design Inovador

Morar em um apartamento é mais seguro. Ter uma casa proporciona momentos de descontração no jardim ou no quintal. Qual é a sua escolha? A empresa Ten Arquitectos construiu um prédio com essas duas características. O Mercedez House, um grande empreendimento localizado no oeste de Manhattan, ocupa três quartos de um gigante quarteirão na Avenida 11 e tem a arquitetura completamente diferente de tudo o que você já viu. Erguido na diagonal, o edifício de 27 andares combina espaços comerciais e residenciais, jardins, mercado, clube para cuidar da saúde e até um showroom da marca Mercedez Benz – daí o nome.

Todas as atribuições positivas do imóvel, que dá vista para o De Witt Clinton Park e para o rio Hudson, se devem ao jeito em que foi pensado. Pode-se dizer que o prédio foi dividido em três partes: em uma ponta há uma construção mais alta e, na outra, uma mais baixa. A inovação está neste bloco central, que foi construído como uma escada, permitindo que cada andar tenha o seu próprio quintal e pussa se beneficiar da luz solar direta sem perder a estrutura de um terraço. Veja as imagens.

A varanda é o grande trunfo do empreendimento

Desenho do Edifício

O bloco central do prédio foi construído na diagonal

O empreendimento abriga uma loja da Mercedez Benz

Perspectiva real do projeto em andamento

Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com

 

 

projetos de construção civil

O uso de contêineres marítimos na construção civil ganha adeptos no Brasil. Os projetos mostram que reciclar as grandes caixas metálicas descartadas pelo segmento de transporte pode garantir conforto, beleza, rapidez e sustentabilidade à obra. “O tamanho das unidades é adequado à construção modular. Além disso, o transporte é fácil e permite levar casas prontas para serem montadas em qualquer lugar do país”, afirma Danilo Corbas, arquiteto idealizador do projeto Casa Container.

Segundo ele, os módulos habitáveis podem ser utilizados em casas, quartos de hotéis, prédios de escritórios, estabelecimentos comerciais, alojamentos e qualquer outra construção. A grande vantagem está na estrutura. Robustos e feitos de aço tratado contra corrosão, os contêineres podem ser empilhados, exigindo menor investimento em fundação e colunas. Adaptam-se facilmente aos terrenos, permitem construção por etapas e oferecem mobilidade. “Para mudar de endereço, basta desmontar a casa e colocá-la em cima do caminhão.”

A obra também é mais rápida e limpa, já que o terreno receberá tudo pronto de fábrica. “É como montar peças de lego.” A estética do contêiner também evita o gasto com materiais para acabamento externo. “Assumindo as características e o visual das caixas é possível reduzir em até 35% os custos da obra”, explica Corbas. Para quem não gosta da aparência do caixote, a arquitetura modular permite a instalação de fachada, combinando o cenário externo com a estrutura robusta do contêiner. O custo do metro quadrado construído pode variar entre R$ 800 e R$ 1,6 mil, sem contar o terreno. “No final, o preço pode ficar bem perto da alvenaria. Mas os ganhos ambientais são enormes.”

 

O apelo da reciclagem seduz o segmento de construção que encara o desafio de reduzir impactos ambientais. De acordo com Francisco Cardoso, professor do departamento de engenharia civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), essa indústria responde por 40% dos impactos ambientais do planeta. “É importante estudar métodos construtivos que aproveitem material disponível e ajudem a mitigar os efeitos. Mas os projetos têm de garantir saldo positivo”, afirma. Cético, ele acredita que a construção metálica modular sirva para uso provisório. “As construções definitivas requerem muita tecnologia e gente preparada”, alerta.

De fato, os contêineres exigem projetos com isolamento térmico e acústico nas paredes e estudo do terreno para desenhar janelas que permitam circulação cruzada de ar. As medidas são necessárias para reduzir o uso de ar-condicionado ou aquecimento, oferecendo também eficiência energética. Morar em uma caixa metálica sem tratamento é o mesmo que habitar um forno no verão e uma geladeira no inverno. Para garantir o mesmo desempenho de uma casa de alvenaria, é preciso respeitar o microclima local e prever soluções conjugadas como a instalação de ecotelhados e outros atributos para casas sustentáveis. “Dependendo das exigências do projeto, o custo empata com a alvenaria ou pode ser até maior”, alerta a arquiteta Juliana Fuzetto. Outra dificuldade é encontrar contêineres para transformação no Brasil e mão de obra adequada para prepará-los.

Na Holanda, onde adoção de contêineres habitáveis é uma solução consolidada, é possível encontrar hotéis e residências com unidades recicladas. Quinten de Gooijer, executivo da Tempohousing, afirma já há um mercado internacional para a venda de unidades habitacionais construídas a partir de contêineres marítimos. É possível ter acordo com empresas que trabalham nos portos ou adquirir módulos prontos na China.

Com esse método pré-fabricado, a Tempohousing construiu a maior vila de contêineres do planeta em Amsterdã. A solução resolveu a carência da capital holandesa por dormitórios para estudantes, criando um alojamento com mil contêineres, “Todos os apartamentos foram montados com unidades recicladas e são dimensionados para atender às demandas dos estudantes”, afirma. Outra vantagem está na mobilidade. A vila pode ser desmontada e instalada em outro local.

De Gooijer vê o Brasil como um mercado atraente pelo aumento da renda da população e o crescimento do mercado imobiliário. A Tempohousing pretende abrir escritório por aqui e oferecer casas, hotéis e escritórios. Experiência internacional em países quentes não falta à companhia holandesa, que montou um hotel de alto padrão na Nigéria. Para o Brasil, a aposta está na oferta de casas com 60 m2, prontas para morar. “No mercado internacional, essas unidades custam em média US$ 30 mil”, afirma.

Mas vender contêineres habitáveis no Brasil ainda é um negócio complicado. O preconceito vem sendo quebrado aos poucos. O empresário gaúcho André Krai transformou contêineres descartados em butiques de moda e montou a franquia Loja Container Ecology Store. “Queria ter um varejo que fugisse dos altos custos dos shoppings e, ao mesmo tempo, não obrigasse o dono da loja a construir no terreno”, explica.

O uso das caixas contribuiu para a criação de unidades de venda modulares, de construção rápida e com todos os atributos ecológicos. O preço também é acessível. A loja pronta, com todos os cursos, estudos de mercado e taxas fica entre R$ 79 mil e R$ 250 mil.

Fonte: http://construcaocivilpet.wordpress.com/

Melhores torres

Doha Tower, criada por Jean Nouvel

O Conselho sobre Edifícios Altos e Habitat Urbano de Chicago (CTBUH) elegeu as melhores torres mais altas do mundo em 2012. Todo ano, são escolhidos quatro edifícios, representando as regiões das Américas, Europa, Ásia/Autrália e África/Oriente Médio.

Os conselhos  escolhidos foram: Absolute Towers, assinada pelo arquiteto Ma Yansong em Missauga, Canadá; 1 Bligh Street, desenhada pelos escritórios Ingenhoven Architects e Architectus em Sydney, Austrália; Palazzo Lombardia, projetada por Pei Cobb Freed & Partners em Milão, Itália; e Doha Tower, criada por Jean Nouvel em Doha, no Qatar.

O prêmio é uma revisão independente de projetos novos, escolhidos por um painel de júri composto por executivos da indústria. As torres são reconhecidas pela sua contribuição no avanço de prédios altos e no ambiente urbano, além da utilização de sustentabilidade nos projetos.

O Conselho adicionou o Prêmio Inovação este ano, que foi dado à Al Bahar Towers, projetada por Aedas em Abu Dhabi, Emirados Árabes.

De acordo com os organizadores, 78 torres foram inscritas este ano, sendo a maioria delas localizadas na Ásia. Eles também apontam para um número recorde de torres com mais de 200 metros de altura finalizadas em 2011: foram 88, comparadas com 32 em 2005. Este ano, 96 torres com esta altura devem ser inauguradas.

O vencedor e os finalistas são publicados no livro anual do Conselho. O vencedor geral do prêmio será anunciado na cerimônia anual do CTBUH, que acontece no Illinois Institute of Technology no dia 18 de outubro.

À esquerda, Absolute Towers, projetada por Ma Yansong, e à direita Palazzo Lombardia, por Pei Cobb Freed & Partners

1 Bligh Street, desenhada por Ingenhoven Architects + Architectus

Al Bahar Towers, projetada por Aedas

Fonte: http://www.piniweb.com.br

Curiosidade

Cada vez mais a tecnologia está sendo avançados, arquitetos italianos projetaram uma ponte que, além de servir para transporte de veículos, pode produzir energia limpa. A Solar Wind que agrega 26 turbinas eólicas que podem gerar 36 milhões de quilowatts ano.

Projetada pelos arquitetos Francesco Colarossi, Giovanna Saracino e Luisa Saracino, a Solar Wind ainda apresenta outros atributos sustentáveis. O asfalto por onde os carros trafegam, também, foi desenhado para integrar painéis solares. Dessa forma, o próprio asfalto seria capaz de gerar 11 milhões de quilowatts de energia. O projeto dos três italianos oferece um pequeno parque para que os motoristas pudessem admirar a vista do alto.

Solar Wind, o que achou dela ?

Ponte do futuro

ponte que capta energia solar

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