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Construção na China

O escritório de arquitetura norte-americano Trahan Architects teve seu projeto selecionado pelo grupo chinês Henan Hongguang Industry Group para a construção um edifício de uso misto em Zhengzhou, capital da província de Henan, na China. O empreendimento abrigará duas torres de hotel, além de escritórios e residências.

 

O complexo de aproximadamente 400 mil m² possui três torres e um grande átrio central. Os formatos dos edifícios são diferentes entre si: enquanto uma é bem triangular, outra tem é mais achatada e a terceira possui seus cantos arredondados. Para conectar os espaços, os arquitetos sugeriram que seja implantando um espaço verde de convivência no mezanino das torres.

Os edifícios ficarão ao lado da Erqi Tower, torre de 27 andares que atualmente é o principal ponto turístico da cidade. O projeto do Trahan Architects faz parte de um plano de desenvolvimento de Zhengzhou.

A prefeitura da cidade está analisando o projeto, que ainda não tem data para começar a ser construído. Este é o primeiro empreendimento do escritório fora dos Estados Unidos.

 

 

 

 

 

Fonte :  http://www.piniweb.com.br/

Pneus podem virar casas

De uns anos para cá, o mundo ganhou uma consciência ambiental nunca vista. Reciclar, reutilizar e reaproveitar são conceitos fundamentais, mas nem sempre é fácil. Diante disso, o Brasil tem um desafio ambiental. O que fazer com os cerca de 40 milhões de pneus que são abandonados todo ano? Há experiências bem sucedidas, como a transformação da borracha em asfalto, sapatos e roupas, mas ainda é pouco.

Uma nova técnica promete a reutilização de vários materiais na construção de casas mais baratas, seguras e ecologicamente corretas. São casas, caixas d’água, colunas para construção que usam material que iria para o lixo e principalmente pneus velhos.

Para reutilizar os pneus na construção é preciso separar a borracha do aço, partes importantes para montar o alicerce, o início de qualquer projeto. Junto com treliças de ferro podem ser usados pneus de trator e de caminhonete, que são fixados ao solo com uma estrutura de aço e tiras de borracha, formando bobinas. Para preencher os espaços vazios é usada uma mistura de cimento e lixo: vidro, plástico, papelão e entulho de obra, que normalmente também termina nos lixões. Em uma betoneira, todo material vira uma massa ecologicamente correta, que é moldada em formas de metal.

Economia e segurança

O laboratório da Pontifícia Universidade Católica de Goiás está avaliando essa nova técnica e a resistência é comparável à do concreto tradicional. E tem uma vantagem. A casa construída com esse material reciclado fica 40% mais barata do que uma casa convencional. Testes de acústica e de calor também estão sendo avaliados, mas tudo indica que a casa é muito confortável para quem vai morar nela.

Com essa nova técnica a construção civil poderá reverter sua fama de gastar e desperdiçar muito material, energia, água e areia. E contribuir para a preservação do nosso planeta.

 

Pneus são utilizados na construção de hotel ecológico, em Goiatuba (GO) 

Há 11 anos, um empresário de Goiatuba, a 175 km de Goiânia, vem realizando construções sustentáveis no município. Dono de uma recapadora de pneus, José Neto Medeiros resolveu dar um destino diferente para os resíduos de borracha. Ele construiu um hotel ecológico de 800 m² utilizando cerca de 25 mil unidades do produto.

“O objetivo é dar destino ao lixo que a minha empresa de recapagem de pneus gera. Não existe nenhum material na construção civil com tanta tecnologia quanto o pneu. Por isso, podemos aproveitar o máximo dele”, declara o empresário.

Além dos tijolos de pneu, a construção do hotel utilizou resíduos de vários produtos. No alicerce, na cobertura do telhado e no piso da varanda, foram usados pneus de caminhão. Já no forro, foi utilizada a banda de rodagem. Nos canteiros do jardim, a borracha serviu como base na decoração. Até a fossa séptica do imóvel está sendo construída de forma sustentável, usando resíduo de calcário em vez areia.

O empresário José Neto Medeiros já está desenvolvendo também uma nova edificação. Ele acredita que o local poderá ser utilizado como uma escola ou um posto de saúde.

Fonte: http://g1.globo.com/goias/noticia/2012/07/pneus-sao-utilizados-na-construcao-de-hotel-ecologico-em-goiatuba-go.html

 

Design Inovador

Morar em um apartamento é mais seguro. Ter uma casa proporciona momentos de descontração no jardim ou no quintal. Qual é a sua escolha? A empresa Ten Arquitectos construiu um prédio com essas duas características. O Mercedez House, um grande empreendimento localizado no oeste de Manhattan, ocupa três quartos de um gigante quarteirão na Avenida 11 e tem a arquitetura completamente diferente de tudo o que você já viu. Erguido na diagonal, o edifício de 27 andares combina espaços comerciais e residenciais, jardins, mercado, clube para cuidar da saúde e até um showroom da marca Mercedez Benz – daí o nome.

Todas as atribuições positivas do imóvel, que dá vista para o De Witt Clinton Park e para o rio Hudson, se devem ao jeito em que foi pensado. Pode-se dizer que o prédio foi dividido em três partes: em uma ponta há uma construção mais alta e, na outra, uma mais baixa. A inovação está neste bloco central, que foi construído como uma escada, permitindo que cada andar tenha o seu próprio quintal e pussa se beneficiar da luz solar direta sem perder a estrutura de um terraço. Veja as imagens.

A varanda é o grande trunfo do empreendimento

Desenho do Edifício

O bloco central do prédio foi construído na diagonal

O empreendimento abriga uma loja da Mercedez Benz

Perspectiva real do projeto em andamento

Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com

 

 

projetos de construção civil

O uso de contêineres marítimos na construção civil ganha adeptos no Brasil. Os projetos mostram que reciclar as grandes caixas metálicas descartadas pelo segmento de transporte pode garantir conforto, beleza, rapidez e sustentabilidade à obra. “O tamanho das unidades é adequado à construção modular. Além disso, o transporte é fácil e permite levar casas prontas para serem montadas em qualquer lugar do país”, afirma Danilo Corbas, arquiteto idealizador do projeto Casa Container.

Segundo ele, os módulos habitáveis podem ser utilizados em casas, quartos de hotéis, prédios de escritórios, estabelecimentos comerciais, alojamentos e qualquer outra construção. A grande vantagem está na estrutura. Robustos e feitos de aço tratado contra corrosão, os contêineres podem ser empilhados, exigindo menor investimento em fundação e colunas. Adaptam-se facilmente aos terrenos, permitem construção por etapas e oferecem mobilidade. “Para mudar de endereço, basta desmontar a casa e colocá-la em cima do caminhão.”

A obra também é mais rápida e limpa, já que o terreno receberá tudo pronto de fábrica. “É como montar peças de lego.” A estética do contêiner também evita o gasto com materiais para acabamento externo. “Assumindo as características e o visual das caixas é possível reduzir em até 35% os custos da obra”, explica Corbas. Para quem não gosta da aparência do caixote, a arquitetura modular permite a instalação de fachada, combinando o cenário externo com a estrutura robusta do contêiner. O custo do metro quadrado construído pode variar entre R$ 800 e R$ 1,6 mil, sem contar o terreno. “No final, o preço pode ficar bem perto da alvenaria. Mas os ganhos ambientais são enormes.”

 

O apelo da reciclagem seduz o segmento de construção que encara o desafio de reduzir impactos ambientais. De acordo com Francisco Cardoso, professor do departamento de engenharia civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), essa indústria responde por 40% dos impactos ambientais do planeta. “É importante estudar métodos construtivos que aproveitem material disponível e ajudem a mitigar os efeitos. Mas os projetos têm de garantir saldo positivo”, afirma. Cético, ele acredita que a construção metálica modular sirva para uso provisório. “As construções definitivas requerem muita tecnologia e gente preparada”, alerta.

De fato, os contêineres exigem projetos com isolamento térmico e acústico nas paredes e estudo do terreno para desenhar janelas que permitam circulação cruzada de ar. As medidas são necessárias para reduzir o uso de ar-condicionado ou aquecimento, oferecendo também eficiência energética. Morar em uma caixa metálica sem tratamento é o mesmo que habitar um forno no verão e uma geladeira no inverno. Para garantir o mesmo desempenho de uma casa de alvenaria, é preciso respeitar o microclima local e prever soluções conjugadas como a instalação de ecotelhados e outros atributos para casas sustentáveis. “Dependendo das exigências do projeto, o custo empata com a alvenaria ou pode ser até maior”, alerta a arquiteta Juliana Fuzetto. Outra dificuldade é encontrar contêineres para transformação no Brasil e mão de obra adequada para prepará-los.

Na Holanda, onde adoção de contêineres habitáveis é uma solução consolidada, é possível encontrar hotéis e residências com unidades recicladas. Quinten de Gooijer, executivo da Tempohousing, afirma já há um mercado internacional para a venda de unidades habitacionais construídas a partir de contêineres marítimos. É possível ter acordo com empresas que trabalham nos portos ou adquirir módulos prontos na China.

Com esse método pré-fabricado, a Tempohousing construiu a maior vila de contêineres do planeta em Amsterdã. A solução resolveu a carência da capital holandesa por dormitórios para estudantes, criando um alojamento com mil contêineres, “Todos os apartamentos foram montados com unidades recicladas e são dimensionados para atender às demandas dos estudantes”, afirma. Outra vantagem está na mobilidade. A vila pode ser desmontada e instalada em outro local.

De Gooijer vê o Brasil como um mercado atraente pelo aumento da renda da população e o crescimento do mercado imobiliário. A Tempohousing pretende abrir escritório por aqui e oferecer casas, hotéis e escritórios. Experiência internacional em países quentes não falta à companhia holandesa, que montou um hotel de alto padrão na Nigéria. Para o Brasil, a aposta está na oferta de casas com 60 m2, prontas para morar. “No mercado internacional, essas unidades custam em média US$ 30 mil”, afirma.

Mas vender contêineres habitáveis no Brasil ainda é um negócio complicado. O preconceito vem sendo quebrado aos poucos. O empresário gaúcho André Krai transformou contêineres descartados em butiques de moda e montou a franquia Loja Container Ecology Store. “Queria ter um varejo que fugisse dos altos custos dos shoppings e, ao mesmo tempo, não obrigasse o dono da loja a construir no terreno”, explica.

O uso das caixas contribuiu para a criação de unidades de venda modulares, de construção rápida e com todos os atributos ecológicos. O preço também é acessível. A loja pronta, com todos os cursos, estudos de mercado e taxas fica entre R$ 79 mil e R$ 250 mil.

Fonte: http://construcaocivilpet.wordpress.com/

Aeroporto em reforma

Infraero autoriza obras de ampliação do aeroporto de Fortaleza.

Infraero autoriza obras de ampliação do aeroporto de Fortaleza. A Infraero emitiu a Ordem de Serviço das obras de ampliação do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza. A construção teve início no dia 4 de junho, com conclusão da primeira fase prevista para dezembro de 2013. A segunda fase deve ficar pronta em fevereiro de 2017.

O projeto prevê reforma, ampliação e modernização do terminal de passageiros, adequação do sistema viário de acesso e ampliação do pátio de aeronaves.

Atualmente, o terminal do aeroporto possui 38,5 mil m². Ao final da primeira etapa das obras, passará a ter 90,4 mil m². O pátio de manobras também será ampliado: de 52,9 mil m² irá para 57,7 mil m². Com isso, serão adicionadas nove pontes de embarque (atualmente, existem sete). O pátio também terá mais seis posições de estacionamento remoto de aeronaves.

O investimento total para realização da obra é de R$ 337 milhões.

Confira vídeo da Infraero para a maquete eletrônica do projeto:

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